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Programa Profissão Repórter mostra as várias formas de violência contra a mulher

Artigo 1

G1/Globo – Há quatro meses, 53 ônibus rodam pelo país para conversar com as mulheres sobre a violência doméstica e oferecer assistência psicológica e jurídica. Acompanhamos a equipe de um destes ônibus no sul da Bahia. Trinta e três mulheres participaram da roda de diálogo. Depois da conversa, 11 delas pediram assistência.

A marisqueira Sebastiana Aquino revela que há pouco tempo foi vítima de violência doméstica. “Ele me deu um soco, por trás, na covardia. Estamos vivendo essa situação, ainda. Não vai ser para sempre, mas ainda é isso”, diz ela. O companheiro estava alcoolizado quando aconteceu a agressão.

Todo ano, mais de 100 mil mulheres procuram atendimento no SUS vítimas da violência doméstica. A maioria é agredida pelo companheiro ou ex-companheiro.

Segundo uma pesquisa divulgada este ano pelo Datafolha, duas em cada três mulheres dizem que já sofreram abuso sexual em São Paulo. Trinta e cinco por centro dessas agressões aconteceram dentro do transporte público.

No Rio de Janeiro, apenas 10 mulheres procuraram os seguranças para denunciar o assédio nos trens no período de janeiro até setembro. Dentro dos vagões, elas dizem que não denunciam porque nada é feito.

Em Goiânia, um ato contra a violência acontece no centro na cidade. Entre janeiro e agosto deste ano, 15 jovens com características semelhantes foram assassinadas por um homem em uma moto. Nada foi roubado e a polícia não tem suspeitos.

Veja a reportagem completa aqui.

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